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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017 > por Barbara Cheffer

SBOT em reunião com o Ministro da Saúde

A vice-presidente da SBOT, Patricia Moraes Barros Fucs, representou a Sociedade em reunião na AMB com o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, diretores e presidente da entidade, Florentino Cardoso e representantes de outras Sociedades de especialidade e Federadas da AMB.

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O encontro que aconteceu no dia 8 de fevereiro, abordou os problemas de subfinanciamento da saúde, o Programa Mais Médicos (com promessa do Ministério em aumentar o número de médicos brasileiros no programa) e atuação da CONITEC, que passará a analisar apenas do ponto de vista técnico a incorporação de novas tecnologias. Anteriormente, o custo era avaliado antes da eficácia e o papel da SBOT na promoção de campanhas junto ao Ministério, especialmente visando a prevenção de traumas.

Para Patricia, a participação da SBOT na reunião foi de extrema importância, pois as sociedades de especialidade podem colaborar na estruturação da saúde no país. “Segundo o Ministro da Saúde e o Secretário de Atenção à Saúde, o papel da nossa Sociedade é muito importante visto termos um grande número de pacientes vítimas de traumatismos nos atendimentos de emergência por todo o país”, relatou.

Na ocasião, ela ainda acrescentou que há a necessidade de realizar ou atualizar as diretrizes nos tratamentos das condições traumato-ortopédicas com urgência e também da atualização da padronização de porte das cirurgias realizadas pelo SUS. “A SBOT conta com seus membros em Comitês e Regionais para estas grandes tarefas, que via AMB, serão encaminhadas ao Ministério da Saúde.

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Dentre outros tópicos discutidos, o Ministro reafirmou a disposição para contribuir em projetos do Estado para a área da saúde e ressaltou  sobre a importância de dar aos médicos brasileiros condições  adequadas de trabalho. Questionado sobre os atrasos nos pagamentos  dos salários, Ricardo Barros afirmou que o sistema de pagamentos e  transferência de recursos para os municípios vai mudar. “Hoje, no SUS, o dinheiro é repassado, o que for feito está feito, ninguém tem que prestar contas, não tem responsabilidade, mas passará a ter” afirma o ministro. Ele afirmou que exigir a comprovação de pagamento dos serviços prestados vai ser um dos mecanismos de controle dos parceiros do SUS.

Ainda segundo ele, no modelo de descentralização dos recursos, o Ministério da Saúde repassa 80 bilhões para estados e municípios executarem os serviços de saúde. A crise dos estados e municípios provoca distorções que afeta o sistema e os profissionais. Mas aqueles que não repassarem os recursos, também serão responsabilizados. “Hoje não há ônus para nada”, explicou Ricardo Barros.

 

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