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quinta-feira, 10 de maio de 2018 > por Barbara Cheffer

Residência médica tem 40% das vagas ociosas

Cerca de 23 mil vagas de residência não estão preenchidas este ano, enquanto no ano passado sobraram 16,5 mil. O levantamento é da ‘Demografia Médica’, do Departamento de Medicina Preventiva da USP e o presidente da Associação Nacional dos Residentes, Juracy Barbosa – que recém-concluiu residência em Ortopedia – diz que as vagas sobram, porque os médicos ficam frustrados ao perceberem que a residência não é boa e que geralmente são chamados “para trabalhar muito e aprender pouco”.

O levantamento confirma que a mais constante reclamação dos residentes tem relação com a baixa qualidade de alguns cursos e da falta de empenho dos tutores, muitos dos quais nada recebem pela tarefa.

Outro problema é decorrência da expansão do ‘Mais Médicos’, pois Brasília teria dado prioridade à instalação de residências ems regiões carentes, longe dos centros especializados em práticas médicas com tecnologia de ponta. O Governo ampliou ainda a oferta de residência de Medicina de Família e Comunidade, que hoje tem 20% das vagas ociosas, quando os recém-formados preferem residência em Ortopedia, Ginecologia, Cardiologia e outras especialidades.

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